Clarissa Correia Lima Loureiro
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Tema
Resumo executivo: Regular a IA não é apenas uma questão técnica, mas política e ética. O Brasil precisa aprender com modelos internacionais, mas adaptar suas normas ao contexto nacional, garantindo que a tecnologia fortaleça — e não ameace — a soberania e a democracia.
Breve Bibliografia
Clarissa Loureiro fez graduação em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Campina Grande e pelo INSA (Institut National des Sciences Appliquées de Lyon), na França (2006), e o título de mestre em Engenharia Elétrica e de Computação, com ênfase em Engenharia Biomédica, pela UNICAMP, no Brasil. Atualmente, ela finaliza o doutorado em Engenharia Neural Elétrica na UNICAMP, em colaboração com a George Mason University, em Washington, DC (EUA). É pesquisadora no Centro de Tecnologia da Informação (CTI Renato Archer), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), onde atua nas áreas de Inteligência Artificial, Robótica, Cidades Inteligentes e Sustentáveis, Energia Renovável, Magnetogenética, Neurociências e Engenharia Biomédica. Atuou como presidente do grupo IEEE Women in Engineering (WIE) na Região 9 (2015–2016) e ministrou mais de 100 palestras, promovendo a participação de mulheres nas áreas de STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática) em todo o mundo. Desenvolve projetos voltados à tecnologia para a educação pública no Brasil e na América Latina e integra a equipe de desenvolvimento do projeto "Modelo de Maturidade de Cidades Inteligentes Sustentáveis" do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.